"No tempo de Lisímaco - (310 AC), soberano da Macedônia, deflagrou-se em Abdera uma epidemia, uma febre de 6 dias, causada pela encenação, em pleno verão tórrido, de Andrômeda, de Eurípides. Uns diziam que era o calor, outros diziam que era por causa da atuação de Arquelau, ator trágico que estava em voga e que atuava na tragédia.
Os sintomas duravam seis dias e no sétimo dia então, as pessoas em pleno delírio andavam pela cidade a declamar Monodias, da Andrômeda. Eram chamados ‘os trágicos de sétimo dia’, e gritavam: 'OH TU EROS, TIRANO DOS DEUSES E DOS HOMENS...!"


Escrito por Sábia srta Almodovariana às 18h35
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Cara, por um milhão a gente assume até incesto e libera foto pelada com a mãe, e vem esse povo querendo se fazer de difícil... Que adianta? Das duas uma: você não é gay e lucra um milhãozinho com essa história ou você é gay e lucra um milhãozinho com essa história. Cadê a dificuldade? Deus dá asas para quem não sabe voar mesmo...

quem posta é Te dou um Dado? 

 




Escrito por Sábia srta Almodovariana às 16h00
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gerúndios...

OUVINDO: trilha Sonora das peças do Grupo Galpão.
LENDO: ...poatz, tanta coisa... terminando 'a construção da personagem'.
INDO: pro ensaio praticamente todas as noites.
PENSANDO: que tenho que falar com a gerente da minha conta.
VOLTANDO: a roer unhas.
ESPERANDO: a estréia na sexta-feira.
TENDO: um pouco de dor nas costas. stress provavelmente.
QUERENDO: ir embora pra minha casinha, dormir.




Escrito por Sábia srta Almodovariana às 18h14
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Com açúcar, com afeto, fiz seu doce predileto
Pra você parar em casa, qual o quê
Com seu terno mais bonito, você sai, não acredito
Quando diz que não se atrasa
Você diz que é um operário, sai em busca do salário
Pra poder me sustentar, qual o quê
No caminho da oficina, há um bar em cada esquina
Pra você comemorar, sei lá o quê
Sei que alguém vai sentar junto, você vai puxar assunto
Discutindo futebol
E ficar olhando as saias de quem vive pelas praias
Coloridas pelo sol
Vem a noite e mais um copo, sei que alegre ma non troppo
Você vai querer cantar
Na caixinha um novo amigo vai bater um samba antigo
Pra você rememorar
Quando a noite enfim lhe cansa, você vem feito criança
Pra chorar o meu perdão, qual o quê
Diz pra eu não ficar sentida, diz que vai mudar de vida
Pra agradar meu coração
E ao lhe ver assim cansado, maltrapilho e maltratado
Ainda quis me aborrecer, qual o quê
Logo vou esquentar seu prato, dou um beijo em seu retrato
E abro os meus braços pra você

Com Açúcar, Com Afeto
Chico Buarque




Escrito por Sábia srta Almodovariana às 14h10
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